Vejam as imagens e textos correspodentes e façam os comentários escolhendo qual você prefere. A imagem vencedora será o novo símbolo do Alta Tensão.
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No teatro grego, os atores utilizavam, em cena, uma máscara com uma abertura na boca, semelhante a um megafone. Acreditava-se que os deuses falavam através dessa máscara. O nome da máscara era PERSONA, de onde vem a palavra PESSOA.
O que é uma pessoa? - É a máscara de Deus!
É através do ser humano, que Deus manifesta-se no mundo e permite que a Grande Obra seja realizada.
O que é a Grande Obra? É a criação do homem, pelo homem e a criação do mundo pelo homem - Plenamente, Harmoniosamente.
Porquê o Homem precisa de Deus?
Porquê Deus precisa do homem?
Como realizar essa obra pretensiosa, sem nos ampararmos na certeza de uma cumplicidade sagrada entre Deus e a Humanidade? Como sondar as profundezas do ser e conferir um significado que justifique sua existência, se não transcender o espaço-tempo limitado, que os sentidos conseguem apreender? Por isso, o Homem precisa de Deus!
Como desfrutar da imensa riqueza que é a experiência humana; como arrancar Espirito da matéria, sem tocar no barro e descobrir as formas infinitas que ele esconde? Por isso, Deus precisa do Homem!
Onde termina o instrumento e começa o Arte? Onde termina a Arte e começa o Artista? Como separar a obra, o artista e a matéria-prima?
Quanto mais afinado um instrumento, mais próximo ele estará da Música; quanto mais próximo da Música, mais pleno será o Músico. Não poderíamos apreender a música, sem aprendermos a manusear os instrumentos que o mundo nos oferece - as “máscaras” que permitem ao homem, vislumbrar a beleza infinita da Música...e quando descobrir a Música no mais profundo do seu coração, o homem não necessitará mais de instrumentos, restará apenas agradecer a esse instrumento e devolvê-lo ao mundo a que pertence.
Criador e Criatura, Artesão e Obra, Deus e Homem são as duas extremidades do fio que sustenta a vida; será impossível atar o laço que abraçaria o Cósmico, para sempre, sem que essas duas extremidades se toquem e juntas, consagrem a existência!
Na Grécia por volta do século V começou-se a usar máscaras no teatro Dionísico para ajudar nas interpretação dos atores. Máscaras são usadas, até hoje, em rituais indígenas e aborígenes para sintetizar a presença de um ente protetor entre os habitantes. Máscaras são usadas constantemente por todos nós para que não vejam e explorem nossas fraquezas, medos e inseguranças. É sobre a ultima afirmação que vamos conversar hoje.
Minha vida toda eu vi pessoas sendo "falsas", mentindo, agindo de duas maneiras (ou até mais) e até mesmo enganando multidões, mas nunca me perguntei o porquê. Sempre coloquei na conta do "Ele não presta" mas não é bem assim.. Nem sempre quem mente ou finge não presta. Há 3 anos eu usei uma dessas máscaras, enganei a todos (ou quase todos) e nem por isso sou uma má pessoa..
Algumas pessoas tem um deficit emocional tão grande que recorrem à essas máscaras para que as outras pessoas não vejam o quão danificadas elas são ou estão. Muitas veses é somente uma falta de auto confiança e nessas horas essas máscaras se fazem necessárias.
Então, eu entendo quando algumas pessoas mudam ao tratarem com determinadas situações ou se dizem ser de um jeito mas na verdade são de outro ou mentem para esconder uma fraqueza..
O que me deixa irritado às veses é quando as pessoas se acomodam nessas máscaras e tentam fazer delas suas verdadeiras faces.. Quando começam a agir como loucos, fingindo ser esse personagem fictício e arriscando a sua segurança física ou emocional e a segurança física ou emocional alheia.
Máscaras se fazem necessárias quando não se está com alguém de confiança.
Minha vida toda eu vi pessoas sendo "falsas", mentindo, agindo de duas maneiras (ou até mais) e até mesmo enganando multidões, mas nunca me perguntei o porquê. Sempre coloquei na conta do "Ele não presta" mas não é bem assim.. Nem sempre quem mente ou finge não presta. Há 3 anos eu usei uma dessas máscaras, enganei a todos (ou quase todos) e nem por isso sou uma má pessoa..
Algumas pessoas tem um deficit emocional tão grande que recorrem à essas máscaras para que as outras pessoas não vejam o quão danificadas elas são ou estão. Muitas veses é somente uma falta de auto confiança e nessas horas essas máscaras se fazem necessárias.
Então, eu entendo quando algumas pessoas mudam ao tratarem com determinadas situações ou se dizem ser de um jeito mas na verdade são de outro ou mentem para esconder uma fraqueza..
O que me deixa irritado às veses é quando as pessoas se acomodam nessas máscaras e tentam fazer delas suas verdadeiras faces.. Quando começam a agir como loucos, fingindo ser esse personagem fictício e arriscando a sua segurança física ou emocional e a segurança física ou emocional alheia.
Máscaras se fazem necessárias quando não se está com alguém de confiança.
fonte: http://desabafoseconsideracoes.blogspot.com
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O que é a Personalidade?
A origem da expressão remete-nos para persona, máscara utilizada no teatro grego para representar as emoções dos actores. A Psicologia, dentro das diversas linhas de estudo, apropriou-se deste conceito associando-o a uma série de outros que também eram utilizados para definir as particularidades da individualidade tais como carácter, índole (feitio) e temperamento. A natureza da sua constituição ou estrutura, numa linguagem mais moderna, e a possibilidade de classificação em tipos tem sido a regra da maioria dos estudos sobre este tema.
Segundo Alport, um dos maiores estudiosos da personalidade humana, a personalidade pode ser definida como «a organização psicodinâmica dos sistemas psicofisicos do indivíduo que determinam o seu comportamento e pensamento característico». Este conceito abrange o conhecimento de um conjunto de características psicofísicas humanas como: a consciência e perfil das actividades eléctricas do cérebro, o modo, a capacidade ou potencial de reacção a estímulos internos e externos, padrões de organização do sistema nervoso autónomo ou emotividade, padrões de actividade do sistema nervoso central e/ou inteligência, o perfil bioquímico da constelação hormonal do sujeito, identificando sobretudo variantes não enquadradas na nosologia psiquiátrica ou psicopatológica, discriminando, por exemplo, a interferência de alterações epilépticas do lobo temporal de impulsos homicidas de natureza voluntária circunstancial ou habitual.
Jacques Lacan, num dos seus primeiros trabalhos publicados, aborda a personalidade como:
- um modo de desejos, necessidades e crenças;
- o desenvolvimento biográfico;
- a organização de reacções psico-vitais: concepção de si mesmo/responsabilidade pessoal/tensão nas relações sociais.
A personalidade é um elemento relativamente estável na conduta da pessoa. É o que nos torna únicos, diferentes de todos. A personalidade diz respeito a características pessoais e que suportam uma coerência interna. Sempre que nos referimos à personalidade referimo-nos aos sentimentos, emoções, pensamentos, atitudes, comportamentos, motivações, tomadas de decisões, projectos de vida, etc. Ela permite que nos reconheçamos e que sejamos reconhecidos pelos outros, representa uma fidelidade, uma continuidade de formas de estar e de ser.
O conceito personalidade tem assim uma multiplicidade de definições, ou seja, torna-se difícil dar uma só definição: (Exemplos:)
“A questão da personalidade recebeu tantas respostas que se pode considerar uma questão sem resposta”.
- “Um padrão de acções” - (Catell, 1963)
- “Formas relativamente estáveis, características do indivíduo, de pensar, experimentar e compor-se.” - (Rotter, 1954)
- “A personalidade é constituída pelos modelos de comportamento distintos, incluindo os pensamentos e as emoções, que caracterizam a adaptação de uma pessoa às exigências da vida.” - (Rathus)
- “A personalidade é a totalidade psicológica que caracteriza o homem em particular.” - (Meili)
A personalidade é uma construção pessoal que decorre ao longo da nossa vida, e uma elaboração da nossa história, da forma que sentimos e interiorizamos as nossas experiências, acompanha e reflecte a maturação psicológica. Em suma, a personalidade é um processo activo e que intervém em diferentes factores.
Factores que influenciam a Personalidade
São três os factores que influenciam a personalidade, eles estão relativamente interligados, embora a influência desses factores seja diferente nos diferentes indivíduos e nas diferentes fases da vida, a saber:
· influências hereditárias;
· meio social;
· e experiências pessoais;
Influências hereditárias
Cada pessoa apresenta-se na sua singularidade fisiológica e morfológica. O padrão genético estabelecido no momento da concepção influencia as características da personalidade que um indivíduo desenvolverá. De forma que, um dano que afecte o cérebro, herdado ou causado à nascença pode ter grande influência sobre o comportamento da pessoa. Na determinação do temperamento estão as variações individuais do organismo, concretamente a constituição física e o funcionamento do sistema nervoso e do sistema endócrino, que são em grande parte hereditários.
Além disso, os factores somáticos ou orgânicos como o peso, a altura e o funcionamento dos órgãos dos sentidos podem afectar o desenvolvimento da personalidade.
O estudo dos gémeos é um dos métodos usados para analisar o papel da hereditariedade e demonstrou que, na generalidade, é nas características da personalidade que a semelhança é menor, em comparação com as semelhanças físicas e intelectuais.
O meio social
O meio social desempenha um papel determinante na construção da personalidade. Esta forma-se num processo interactivo com os sistemas de vida que a envolvem como a família, o grupo de amigos, a escola, o trabalho, etc. A família tem um papel muito importante, principalmente nos primeiros anos de vida pelas características e qualidade das relações existentes. O tipo de ambiente e clima em que se vive (hostil, violento, harmonioso, etc.) também dá a sua contribuição no desenvolvimento da personalidade.
Quanto mais próximo é o relacionamento de duas pessoas, tanto mais é provável que as características da sua personalidade sejam as mesmas.
Experiências pessoais
A qualidade de relações precoces e o processo de vinculação na relação mãe/filho são fundamentais na estruturação e organização da personalidade. A complexidade das relações familiares vai influenciar as capacidades cognitivas, linguísticas, afectivas, de autonomia, de socialização e de construção de valores das crianças e jovens.
Outro aspecto muito importante na construção da personalidade é a adolescência com a formação de uma identidade, que se reflecte, no vestir, nas ideias defendidas e nas formas de se expressar.
Ao longo de toda a vida decorrem acontecimentos que marcam a personalidade de quem os vive, tais como mortes, violações, frustrações, cura de uma doença grave, divórcio, etc. A forma como representa-mos essas experiências o modo como conseguimos (ou não) superá-las e integrá-las na nossa vida são o reflexo de uma personalidade.
Distúrbios da personalidade
Para os profissionais da saúde (médicos psiquiatras e psicólogos), na sua generalidade, a palavra personalidade corresponde a padrões persistentes de comportamentos, pensamentos e sentimentos que as pessoas seguem durante a vida. É óbvio que a maneira como as pessoas se comportam depende de inúmeros factores. Os traços mais profundos e persistentes da personalidade, aqueles que nos caracterizam durante a infância até ao fim da vida e que dificilmente conseguimos modificar, apesar de todas as circunstâncias que vamos vivendo são aqueles que adquirimos geneticamente. Por exemplo ser-se emocionalmente estável ou instável poderá estar condicionado pela actividade do tipo do sistema nervoso simpático que herdámos (e como se sabe este sistema controla a tensão arterial, a frequência cardíaca, a respiração, etc.), embora possam existir factores de má orientação psíquica que provocam situações emocionais semelhantes. Outros aspectos da nossa personalidade são modelados por acontecimentos externos e resultam sobretudo da nossa aprendizagem e adaptação ao mundo externo.
Segundo o grande psicólogo e profundo pensador Carl Jung, a personalidade saudável é aquela que consegue o equilíbrio entre o consciente e o inconsciente, entre a vida interior e exterior. Mais que qualquer outra escola psicológica, a psicologia analítica de Jung busca a unidade do indivíduo no mais profundo de si mesmo, com uma técnica que conduz à individuação. A personalidade saudável é "Una" e dependemos em proporções angustiantes de um funcionamento pontual do nosso psiquismo inconsciente, dos seus referentes e das suas falhas ocasionais. Portanto, a personalidade de cada indivíduo apresenta traços próprios, ou seja, modos originais de perceber e reagir ao mundo exterior, que se repetem em múltiplas situações ao longo da sua vida que de certo modo o individualizam e o distinguem das outras pessoas. É só quando esses traços da personalidade se acentuam demasiado, tornam-se incoerentes, inflexíveis, desadaptados à realidade habitual, prejudicando o bem-estar pessoal, familiar ou social do indivíduo, apresentando até formas diversas de actuar perante as mesmas situações, é que se considera que há um distúrbio de personalidade.
Diz-nos Jung: «Uma personalidade é um todo vivo e individual, único e autómato, que se vai construindo a partir do nascimento, por uma integração dinâmica de factores orgânicos, intelectuais, éticos, afectivos e sociais».
A personalidade na sua origem supõe, desde logo, a ideia de uma pessoa que não deixa de ser o que é, que é a mesma no espaço e no tempo, que mantém a identidade para consigo e a diferenciação para com os outros. Quando se fala de personalidades fortes e personalidades fracas, refere-se, a que as primeiras são pessoas de comportamentos solidamente não contraditórios, e as personalidades fracas são pessoas de comportamentos bastante irregulares.
É interessante saber que podemos relacionar a personalidade à saúde física, pois a “personalidade é para a psicologia analítica a totalidade dos atributos psicológicos”, resultando dos distúrbios psíquicos várias psicossomáticas. Um estudo efectuado nos anos 60 diferenciou personalidades do tipo A das personalidades do tipo B. Depois, mais tarde, profundas investigações concluíram que pessoas com personalidade do tipo A (ambiciosas, agressivas, impacientes) eram mais propensas a ataques cardíacos que as do tipo B (mais passivas, flexíveis e depressivas). Posteriormente procurou-se a “característica tóxica” do tipo A, e concluiu-se que a hostilidade, os ressentimentos, rancores, o cinismo, a falsidade, a inveja, o egocentrismo, o egoísmo são as principais toxinas do tipo da personalidade A. O paradigma do tipo A é referenciado o executivo masculino, de nível elevado, no apogeu da carreira, entre os 40 e cinquenta e poucos anos. Este é o mais significativo referencial do tipo da personalidade A, mas não é exclusivo. Na massa humana que abunda no planeta há muito mais e em muitas mais situações tipos de personalidade do tipo A. Quanto a possíveis ligações entre a personalidade e as doenças, investigações recentes têm trazido resultados diversos, e provas de que os indivíduos possuidores de certos traços neuróticos da personalidade como a ansiedade, as angústias que tanto torturam, o pessimismo, a hostilidade, a rigidez com intolerância e inflexibilidade, a insociabilidade têm fortes probabilidades de adoecer com certa gravidade aos quarenta e poucos anos. Esta ligação não se dá com nenhuma doença específica, mas com a falta de saúde em geral, salientando-se as mais correntes psicossomáticas: asma, úlceras pépticas, enxaquecas e doenças cardíacas e cardiovasculares.
fonte: http://rotasfilosoficas.blogs.sapo.pt/3435.html
E aí? O que acham?



Pra mim, a melhor imagem é a terceira! Marcia
ResponderExcluirTalvez não lembre uma máscara de teatro, mas a primeira imagem em uma camiseta preta ficaria linda, heim?!
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